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Notícia 20
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Euribor mantêm tendência descendente

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Euribor a três meses desceu para o nível mais baixo de sempre pela 12ª sessão consecutivaAs taxas Euribor, praticadas nos empréstimos interbancários, mantiveram esta segunda-feira a tendência descendente, Registando novos mínimos, de acordo com os dados divulgados pela Federação Europeia dos Bancos, citados pela agência Lusa.

A taxa Euribor a três meses, uma das indexantes do crédito à habitação em Portugal, desceu 0,014 pontos percentuais para 1,811 por cento, o nível mais baixo de sempre pela décima segunda sessão consecutiva, segundo a federação que publica este «fixing» diário.

A taxa a seis meses, principal indexante do crédito hipotecário, caiu 0,014 pontos percentuais para 1,919 por cento.

A taxa a 12 meses recuou 0,008 por cento para 2,025 por cento.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de bancos está disposto a emprestar dinheiro no mercado interbancário.

O mercado está a antecipar novas baixas das taxas de juro do Banco Central Europeu (BCE), cuja principal taxa directora está actualmente nos 2 por cento.


In “Agência Financeira” 01 / 03 / 2009

 



Notícia 19

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Euribor a 6 meses desce 5 pontos base

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No prazo a três meses nos 4,076%Já soa repetitivo, mas não deixam de ser boas notícias: as taxas Euribor (Euro Interbank Offered Rate) voltaram a descer, pela 30ª sessão consecutiva. No prazo a seis, a mais utilizada no crédito à habitação, a queda é 5 pontos base para os 4,117 por cento.

A Euribor a três meses está em mínimos de 19 meses ao recuar para os 4,076%. No prazo a 12 meses situa-se nos 4,171%.

De referir que estas taxas se baseiam na média dos juros praticados em empréstimos interbancários em euros por 57 bancos proeminentes europeus. Todos os dias úteis, às 11 horas (hora central europeia), as Euribor são divulgadas.

Um dos principais factores que influenciam estas taxas é o clima económico, nomeadamente o sinal transmitido com o nível das taxas de juros definidas pelo banco Central Europeu (BCE). Recentemente, esta instituição voltou a baixar os juros (para 3,25%) e já deu indícios de que voltará a descer em breve.

In “Agência Financeira” 20 / 11 / 2008



Notícia 18
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CRÉDITO À HABITAÇÃO ALIVIA IMPOSTOS

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Aumentar as deduções fiscais no IRS no crédito à habitação para as famílias mais carenciadas e mudar as regras para reduzir o Imposto Municipal Imobiliário (IMI) – que aumentou quase 20 por cento num ano – foram duas das medidas anunciadas pelo primeiro-ministro, José Sócrates, em entrevista à RTP (dia 2 de Julho).
No entanto, dentro deste novo pacote fiscal, que tem como objectivo combater a crise mundial que está a afectar Portugal e que será apresentado oficialmente a 10 de Julho, o líder socialista recusou-se a incluir uma descida dos impostos, afirmando mesmo que “reduzir os impostos em 2009 seria uma aventura”.
Contudo, José Sócrates explicou que “reduzir o encargo fiscal dos proprietários de casas não significa dar tudo a toda a gente sem critérios” pois juntar “à crise internacional a das finanças públicas seria muito pior”.
in "Publico"



Notícia 17
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IMÓVEIS SÃO UM BOM INVESTIMENTO

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O sector imobiliário continua a ser considerado um bom investimento, segundo refere um estudo internacional feito pela Sothebys International Realty e a Architectural Digest aos consumidores.
Apesar do clima de crise, o questionário feito aos consumidores revela que 85 por cento dos inquiridos consideram que o imobiliário continua a ser «um dos melhores investimentos que se pode fazer».
O estudo revela ainda que 72% dos inquiridos consideram que o valor da sua casa se manteve constante em termos de valor ao longo dos últimos 12 meses.
Quase dois terços dos inquiridos referem que as condições actuais do mercado não influenciam a decisão de vender a sua casa e 79% dos inquiridos acreditam que o valor da sua casa continuará a aumentar ou a permanecer constante.
Mais de metade dos proprietários de casas de luxo planeia comprar, vender, construir ou investir numa nova casa no próximo ano e 69% dos proprietários de casas de luxo acreditam que o imobiliário é um sector capaz de garantir estabilidade financeira.
Os inquiridos sentem ainda que os media têm um papel importante na percepção que as pessoas têm do estado do mercado. Assim, metade dos inquiridos considera que os media exageram quando falam das condições do mercado, parecendo inclusivamente que este está pior do que efectivamente está.
in "DN APEMIP"



Notícia 16
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MERCADO HABITACIONAL VALORIZOU

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De acordo com o Índice Confidencial Imobiliário (ICI), uma medida da valorização da habitação, o ritmo de valorização do mercado residencial continuou a acelerar em Maio, confirmando a boa performance dos últimos meses, que veio romper com a fase de estagnação sentida até Janeiro passado.
«Em Maio, o ICI registou uma variação mensal de 0,4% e uma taxa de valorização média anual (que compara a variação média do índice nos últimos 12 meses face aos 12 meses
anteriores) de 2,1%, esta última traduzindo um aumento de 0,3 pontos percentuais face ao valor registado em Abril», explica a Imométrica, empresa responsável pelo índice, em comunicado.
«Especialmente importante por coincidir com um período de incerteza e instabilidade macroeconómica, esta performance revela uma evidente recuperação do ICI, também visível na taxa de variação homóloga (apurada pelo confronto do ICI no mês de Maio face a Maio do ano anterior), que ascendeu a 4,2%», acrescenta. A taxa duplicou nos últimos quatro meses, e tudo indica que, a manter-se, permitirá antever taxas de valorização anuais acima dos 3% em 2008.
O segmento de habitação nova é o principal motor para esta performance, ainda que os fogos usados tenham igualmente registado um comportamento melhorado.
Verifica-se um aumento do prémio nos valores praticados nos fogos novos face aos usados, que num ano passou de 13% para 17% e que foi especialmente sentido na Área Metropolitana do Porto. De acordo com o Índice Confidencial Imobiliário, estes dados traduzem uma realidade segundo a qual a construção nova, que tem vindo a reduzir, se orienta fundamentalmente para a gama alta do mercado.
Todo este enquadramento explica a razão pela qual o mercado de novos registou, em Maio, uma taxa de valorização média anual de 2,3%, devendo subir de forma rápida, mercê de uma taxa homóloga que atinge já os 5,4%. No caso dos usados, a valorização média anual em Maio foi de 1,8%.

In "Agência Financeira"



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